Bibliotecas do Agrupamento

Bibliotecas do Agrupamento

quinta-feira, 19 de abril de 2018

SUGESTÃO DE LEITURA DIGITAL (23)


Com o objetivo de conheceres melhor a obra de Aquilino Ribeiro, a Biblioteca Escolar João Antunes propõe-te a leitura do conto Na pele do bombo, integrado no livro Jardim das Tormentas. Para acederes a este conto basta apenas clicares aqui. A equipa da biblioteca escolar espera que este conto te desperte a vontade de leres outras obras deste grande autor português que, como ninguém, soube retratar a terra e a gente da sua Beira Alta natal. Na Biblioteca Escolar João Antunes está disponível a generalidade das obras de Aquilino Ribeiro. Destas, pela sua importância, a biblioteca escolar destaca: Andam faunos pelos bosques, Cinco réis de gente, O homem que matou o diabo, Jardim das tormentas, O Malhadinhas, Terras do demo, A via sinuosa, Volfrâmio, Lápides partidas, A casa grande de Romarigães, etc.

Boas leituras!

DIVULGAÇÃO (6)

Festa do Livro Usado e Afins




No próximo dia 28 de Abril irá decorrer no Centro Comercial de Cedofeita, no Porto, uma Festa do Livro Usado e Afins, organizada pelo centro comercial e pelo Clube de Colecionadores de Gaia.
Neste evento, além de livros usados, poderão ser adquiridos marcadores de livro, fotografias, cartazes, gravuras, postais e material de escritório.
Se os adultos se fizerem acompanhar por crianças, poderão assistir às 11.00 h ou, em alternativa, às 16.00 h a uma atividade de expressão dramática baseada na obra O principezinho de Antoine de Saint-Exupéry, denominada «Olhar e voltar a olhar». Para obteres mais informação sobre esta festa do livro, por favor, clica aqui para seres redirecionado para a notícia publicada online pela revista TimeOut Porto.



terça-feira, 17 de abril de 2018

UMA OPORTUNIDADE ÚNICA

Entradas gratuitas em museus, palácios e teatros nacionais...





Foi ontem publicado no 2.º Suplemento, da II Série do Diário da República n.º 74/2018 o Despacho n.º 3883-A/2018, emanado da Presidência do Conselho de Ministros, do Ministério das Finanças, do Ministério da Cultura e da Secretaria de Estado da Modernização Administrativa que determina que todos os cidadãos residentes em território nacional, que perfaçam 18 anos em 2018, beneficiam de ingresso gratuito nos museus, palácios e teatros nacionais, bem como nos demais equipamentos ou atividades assegurados pelos serviços e organismos sob direção, superintendência e tutela do Ministro da Cultura.

Não percas esta oportunidade!

A LEITURA E A ARTE (28)


Luis Soler

POEMA DA SEMANA (28)

Morrer de Amor


Morrer de amor
ao pé da tua boca

Desfalecer
à pele
do sorriso

Sufocar
de prazer
com o teu corpo

Trocar tudo por ti
se for preciso

Maria Teresa Horta

quinta-feira, 12 de abril de 2018

SUGESTÃO DE LEITURA SEMANAL (22)



Esta semana, a Biblioteca Escolar João Antunes propõe-te a leitura de um conto de Maria Judite de Carvalho intitulado George. Este conto foi publicado em Março de 1987, no número 96 da revista Colóquio / Letras. Por favor, acede à obra clicando aqui.

«Maria Judite de Carvalho, escritora e jornalista portuguesa, nasceu em Lisboa, a 18 de setembro de 1921.

Criada por tias paternas, num meio de extrema austeridade, teve uma infância pontuada pela morte dos seus familiares mais próximos: Aos 4 anos perdeu uma das tias, aos 8 anos morreu-lhe a mãe e perdeu, ainda jovem, o pai e o único irmão.
Frequentou o curso de Filologia Germânica. Em 1949, ano em que se casou com o professor universitário e escritor Urbano Tavares Rodrigues, foi viver para França, em Montpellier e a seguir em Paris.
Em 1950, teve a sua única filha, que deixou aos cuidados dos avós paternos em Lisboa.
Em 1959, publicou Tanta Gente Mariana, uma obra considerada pela imprensa da época como uma revelação. Em 1961, foi galardoada com o Prémio Camilo Castelo Branco, pela obra As Palavras Poupadas.
A partir de 1968 foi colaboradora nos jornais Diário de Lisboa, da revista Eva e de O Jornal. Colaborou, regularmente, com o «Suplemento Mulheres» do Diário de Lisboa, onde adoptou o pseudónimo Emília Bravo, e escreveu esporadicamente para os jornais República e O Século
As histórias escritas nos jornais e nas revistas constituem documentos fundamentais para o estudo do conjunto da obra, que integra volumes de crónicas, contos, novelas, romance, poesia e teatro.
A 10 de Junho de 1992, foi feita Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.
Recebeu o Prémio da Crónica da Associação Portuguesa de Escritores 1991, com o livro Este Tempo.
O seu último livro publicado em vida, Seta Despedida, recebeu o Prémio da Associação Internacional de Críticos Literários, o Prémio da Associação Portuguesa de Escritores, o Prémio Pen Club e o Prémio Revista Máxima. Foi galardoada com o Prémio Vergílio Ferreira, da Universidade de Évora, em 1998.
Faleceu, em Lisboa, no dia 18 de janeiro de 1998.
Em 2008, teve lugar um colóquio internacional em Paris sobre a sua obra: Colloque International Maria Judite de Carvalho.
Nos seus quase 30 anos de carreira literária escreveu sempre sobre a solidão. As personagens de Maria Judite de Carvalho vivem em isolamento, submersas no monólogo interior da alma. Histórias cruas e sombrias da vida quotidiana.
Alguns dos seus livros constam do Plano Nacional de Leitura e estão traduzidos para diversas línguas.» In escritores.online.

Para ficares a saber um pouco mais de Maria Judite de Carvalho, podes visualizar o documentário que se segue.


Boas leituras!

terça-feira, 10 de abril de 2018

A LEITURA E A ARTE (27)


Rapariga com livro, Hermann Max Pechstein, cerca de 1909

POEMA DA SEMANA (27)

Louvor do Aprender


Aprende o mais simples! Pra aqueles
Cujo tempo chegou
Nunca é tarde de mais!
Aprende o abc, não chega, mas
Aprende-o! E não te enfades!
Começa! Tens de saber tudo!
Tens de tomar a chefia!

Aprende, homem do asilo!
Aprende, homem na prisão!
Aprende, mulher na cozinha!
Aprende, sexagenária!
Tens de tomar a chefia!

Frequenta a escola, homem sem casa!
Arranja saber, homem com frio!
Faminto, pega no livro: é uma arma.
Tens de tomar a chefia.

Não te acanhes de perguntar, companheiro!
Não deixes que te metam patranhas na cabeça:
Vê c'os teus próprios olhos!
O que tu mesmo não sabes
Não o sabes.
Verifica a conta:
És tu que a pagas.
Põe o dedo em cada parcela,
Pergunta: Como aparece isto aqui?
Tens de tomar a chefia.

Bertold Brecht, tradução de Paulo Quintela

quinta-feira, 22 de março de 2018

SUGESTÃO DE LEITURA SEMANAL (21)



Esta semana, a proposta de leitura digital passa pelo escritor italiano Italo Calvino. Já leste alguma obra dele? Sim? Não? Para quem quiser ler ou reler algo deste escritor, a Biblioteca Escolar João Antunes propõe a leitura de um ou dois contos (v. g. O Homem que chamava Teresa e O raio) de uma coletânea, intitulada Um general na biblioteca, que se encontra acessível na Internet. Para acederes a estes contos basta apenas clicares aqui.  A equipa da biblioteca escolar espera que estes contos te despertem a vontade de leres outras obras deste autor. Na Biblioteca Escolar João Antunes estão disponíveis os seguintes títulos de Italo Calvino: Se numa noite de inverno um viajante, O visconde cortado ao meio, As cidades invisíveis.

Boas Leituras!

SEMANA DA LEITURA (4)

Encontro com a escritora Mariana Morais Pinheiro




Amanhã, dia 23 de Março, no âmbito da Semana da Leitura, ocorrerá o encontro com a escritora Mariana Morais Pinheiro na Escola Secundária de Valongo. Esta atividade permitirá conhecer a autora, a sua obra (o romance histórico juvenil O falcão de Bonaparte), o seu processo criativo e "reviver" o ambiente histórico das Invasões Francesas, um dos momentos mais dramáticos da nossa História. Além disso, reforçará o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pela biblioteca escolar no sentido de promover a leitura e os autores portugueses. Em cima, poderás ver um trailer com o essencial sobre este romance histórico. De seguida poderás ver a imagem da capa do livro, bem como ler a sua sinopse. O falcão de Bonaparte encontra-se disponível para aquisição na biblioteca escolar.


SINOPSE

O Falcão de Bonaparte é uma história de guerra, mas é, sobretudo, uma história de amor.
É a história de um amor proibido entre um tenente francês e uma enfermeira portuguesa. E é também a história de amor de um povo pela sua pátria.
O Falcão de Bonaparte leva-nos numa viagem pelos bastidores da guerra, pelos quartéis e pelos acampamentos militares onde se decidiam as estratégias, e pelos cenários terríveis dos campos de batalha.
Com a II invasão francesa como pano de fundo, o romance espelha o triunfo do amor sobre a guerra e o sacrifício de um povo que batalhou de peito aberto contra o inimigo.